sábado, 14 de maio de 2016

Em nome da lei



Um dia frio, um bom lugar pra ver um filme...

Bom, quando fui assistir "Em nome da lei", o dia não estava nada frio, pelo contrário. Tava bem quente. Mas a sala de cinema estava tão confortável que por um momento temi cochilar enquanto esperava começar o trailer (pela primeira vez na minha vida consegui não chegar atrasada rs. Aliás, cheguei tão adiantada que a sala nem tinha aberto ainda :P). Quando o filme começou, a sala estava um bocado vazia e o shopping estava exibindo uma única sessão por dia do danado, acho que logo deve sair de cartaz.

Azar de quem não foi ver. E sabe por quê? Pensa num filme bom? Pensou? Pois é.

Quando eu soube de um filme com Mateus Solano e Paolla Oliveira juntos, eu já sabia que ia querer ver. Acho o Mateus lindo, a-mo de paixão a voz dele e o considero um excelente ator. Quando eu soube que no filme ele interpretava um juíz federal destemido que ia encarar um poderoso contrabandista na fronteira Brasil-Paraguai em sua luta por acabar com essa história de "terra de ninguém" que rola em relação a certos lugares, aí eu tive certeza que tinha que ver esse filme! A Paolla por sua vez interpreta uma íntegra promotora que se une ao juíz nessa causa (se bem que acho que foi ele que se uniu a ela, já que ele era recém-chegado e ela já estava lá há mais tempo). Assim, os dois, juntamente com o policial federal Elton (interpretado pelo Eduardo Galvão) travam uma batalha contra o contrabandista Gomez (Chico Diaz).

A crítica detonou o filme. Eu tô longe de ser uma especialista e não sou lá a pessoa mais aficcionada por detalhes. Quando a gente tem ansiedade, vai aprendendo que, quanto menos procura chifre em cabeça de cavalo, melhor. Gosto de ir ao cinema para relaxar. Pensar por pensar, a ansiedade já me faz pensar demais, o tempo inteiro, sem parar. Então, eu gostei muuuuito do filme. Teve romance, teve ação, teve drama, me arrancou uns sorrisos e muitos pulos na cadeira. Mexeu com todos os meus sentimentos e me deixou com uma sensação de quero mais. Admiro muito pessoas que não fogem do seu dever e que, quando se engajam numa causa, deixam até a própria vida em segundo plano em nome dela. Também achei digno de nota a relação entre a filha de Gomez e Hermano, seu braço direito. E o que dizer do simpático e, acreditem, surpreendente oficial de justiça?

Zona de spoiler:



Rolou um certo triângulo amoroso entre a promotora, o juíz e o policial federal, fiquei mó "awn" na sequência após Alice ser baleada, as reações de Vítor e Elton. Tava na cara que o Elton ainda gostava da Alice, mas respeitava a decisão dela de, primeiro não querer continuar com ele e depois, de ficar com o Vitor. Também fiquei com dó do Cebola, apesar de a esposa dele ser o clichê mais óbvio do mundo de periguete que trai o marido cabulosamente. E não teve como não sorrir com a valentia do miúdo oficial de justiça entregando as intimações rs. 



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