domingo, 29 de maio de 2016

Capitão América: guerra civil



O que dizer de Capitão América guerra civil?

Vejamos... fui assistir a este filme que está bombando por motivos de:

-Robert Downey Jr. como Tony Stark (porque ele É o Tony Stark, sem dúvidas);

-Me divirto com os filmes de heróis da Marvel;

-Minha melhor amiga me convidou;

-Minha melhor amiga me convidou :)

O filme, como o título e as capas meio que entregam, trata de uma guerra interna entre os Vingadores. Os colegas que meio que claramente nunca se bicaram, Homem de Ferro e Capitão América se vêem obrigados por diversas circunstâncias e seus princípios pessoais, a brigarem um contra o outro e para isso, cada um recruta parceiros para essa batalha e aí temos realmente uma guerra civil, com consequências inimagináveis.

Sinceramente o filme me surpreendeu. Me lembrou muito Batman x Superman: a origem da justiça, mas conseguiu ser ainda mais complexo. Tá difícil até agora pra mim escolher um lado. Isso porque cada um deles tem lá suas razões e você fica se perguntando se no lugar de fulano agiria diferente. Juro que fiquei até torcendo para a mãe de alguém se chamar Martha pra ver se facilitava o negócio rs. 

No final das contas, conceitos como justiça, racionalidade, vingança e mesmo autores como Zygmunt Bauman e Michael Sandel e até meu aprendizado na doutrina Espírita me vieram à mente enquanto eu assistia. Sim, meus amigos, é um simples filme de ação, mas sua trama consegue trazer um profundo viés filosófico à nossa vida.

E o que dizer da expressividade do olhar do Robert Downey Jr? A-mo!

Finalmente, logo abaixo, um poster só da Viúva Negra. E por que? Porque eu amo a Viúva Negra, porque acho que ela merecia um filme só dela, porque ela está entre os melhores heróis de todos e-ver, e porque representatividade importa sim!





sábado, 14 de maio de 2016

Em nome da lei



Um dia frio, um bom lugar pra ver um filme...

Bom, quando fui assistir "Em nome da lei", o dia não estava nada frio, pelo contrário. Tava bem quente. Mas a sala de cinema estava tão confortável que por um momento temi cochilar enquanto esperava começar o trailer (pela primeira vez na minha vida consegui não chegar atrasada rs. Aliás, cheguei tão adiantada que a sala nem tinha aberto ainda :P). Quando o filme começou, a sala estava um bocado vazia e o shopping estava exibindo uma única sessão por dia do danado, acho que logo deve sair de cartaz.

Azar de quem não foi ver. E sabe por quê? Pensa num filme bom? Pensou? Pois é.

Quando eu soube de um filme com Mateus Solano e Paolla Oliveira juntos, eu já sabia que ia querer ver. Acho o Mateus lindo, a-mo de paixão a voz dele e o considero um excelente ator. Quando eu soube que no filme ele interpretava um juíz federal destemido que ia encarar um poderoso contrabandista na fronteira Brasil-Paraguai em sua luta por acabar com essa história de "terra de ninguém" que rola em relação a certos lugares, aí eu tive certeza que tinha que ver esse filme! A Paolla por sua vez interpreta uma íntegra promotora que se une ao juíz nessa causa (se bem que acho que foi ele que se uniu a ela, já que ele era recém-chegado e ela já estava lá há mais tempo). Assim, os dois, juntamente com o policial federal Elton (interpretado pelo Eduardo Galvão) travam uma batalha contra o contrabandista Gomez (Chico Diaz).

A crítica detonou o filme. Eu tô longe de ser uma especialista e não sou lá a pessoa mais aficcionada por detalhes. Quando a gente tem ansiedade, vai aprendendo que, quanto menos procura chifre em cabeça de cavalo, melhor. Gosto de ir ao cinema para relaxar. Pensar por pensar, a ansiedade já me faz pensar demais, o tempo inteiro, sem parar. Então, eu gostei muuuuito do filme. Teve romance, teve ação, teve drama, me arrancou uns sorrisos e muitos pulos na cadeira. Mexeu com todos os meus sentimentos e me deixou com uma sensação de quero mais. Admiro muito pessoas que não fogem do seu dever e que, quando se engajam numa causa, deixam até a própria vida em segundo plano em nome dela. Também achei digno de nota a relação entre a filha de Gomez e Hermano, seu braço direito. E o que dizer do simpático e, acreditem, surpreendente oficial de justiça?

Zona de spoiler:



Rolou um certo triângulo amoroso entre a promotora, o juíz e o policial federal, fiquei mó "awn" na sequência após Alice ser baleada, as reações de Vítor e Elton. Tava na cara que o Elton ainda gostava da Alice, mas respeitava a decisão dela de, primeiro não querer continuar com ele e depois, de ficar com o Vitor. Também fiquei com dó do Cebola, apesar de a esposa dele ser o clichê mais óbvio do mundo de periguete que trai o marido cabulosamente. E não teve como não sorrir com a valentia do miúdo oficial de justiça entregando as intimações rs.